VOCÊ NÃO PROMETEU, MAS FICOU -Ethyene Borges
Você não prometeu, mas ficou.
Aquele soco no estômago que senti quando, finalmente a fixa caiu.
Finalmente, a esperança acabava ali. Não tinha mais pelo o que esperar, não há mais o que esperar, não existe mais razão! Infelizmente, para ficha cair é preciso esse soco no estômago, essa dorinha que incomoda muito por muito tempo. E agora? Por onde seguir? Como encarar de frente aquilo que lhe causa tanto incômodo? Talvez, a pergunta corrata Seja: pelo o que eu estava esperando? Tai uma pergunta que nem eu sei a resposta... Eu não sei resposta, mas sei o que me fez acreditar que essa "espera" fosse valer apena, não, não foi uma promessa, foi uma permanência. Você não prometeu nada, mas ficou.
Mesmo depois de saber tudo o que se passava nesse meu coração meio louco, você ficou... Você ficou e alimentou tudo que me fazia acreditar que esperar seria a melhor opção. E eu, esperei. Esperei incansavelmente, até o meu limite, até mais eu diria, então, novamente lhe estendi mão e lhe ofereci outra vez tudo o que sou e você, como alguém que simplesmente não se importar com a angústia alheia, disse: "Eu não lhe prometi nada..." quebrando em pedaços tudo aquilo que lhe ofereci e ainda assim esfregando em minha cara que a tal a promessa era coisa do meu coração louco. Porque ficou? Tiveste ido embora na primeira vez em que dei espaço, talvez hoje não doeria tanto, mas, você não se importa e quando essa historinha de promessa, permanência te cansou você decidiu ir embora, deixando em pedaços tudo que havia te oferecido, perguntas sem resposta, uma esperança desacertada e um abismo de dúvidas. Talvez um dia você aprende que promessas não apenas palavras, também são escolhas.
Finalmente, a esperança acabava ali. Não tinha mais pelo o que esperar, não há mais o que esperar, não existe mais razão! Infelizmente, para ficha cair é preciso esse soco no estômago, essa dorinha que incomoda muito por muito tempo. E agora? Por onde seguir? Como encarar de frente aquilo que lhe causa tanto incômodo? Talvez, a pergunta corrata Seja: pelo o que eu estava esperando? Tai uma pergunta que nem eu sei a resposta... Eu não sei resposta, mas sei o que me fez acreditar que essa "espera" fosse valer apena, não, não foi uma promessa, foi uma permanência. Você não prometeu nada, mas ficou.
Mesmo depois de saber tudo o que se passava nesse meu coração meio louco, você ficou... Você ficou e alimentou tudo que me fazia acreditar que esperar seria a melhor opção. E eu, esperei. Esperei incansavelmente, até o meu limite, até mais eu diria, então, novamente lhe estendi mão e lhe ofereci outra vez tudo o que sou e você, como alguém que simplesmente não se importar com a angústia alheia, disse: "Eu não lhe prometi nada..." quebrando em pedaços tudo aquilo que lhe ofereci e ainda assim esfregando em minha cara que a tal a promessa era coisa do meu coração louco. Porque ficou? Tiveste ido embora na primeira vez em que dei espaço, talvez hoje não doeria tanto, mas, você não se importa e quando essa historinha de promessa, permanência te cansou você decidiu ir embora, deixando em pedaços tudo que havia te oferecido, perguntas sem resposta, uma esperança desacertada e um abismo de dúvidas. Talvez um dia você aprende que promessas não apenas palavras, também são escolhas.
Autora:Ethyene Borges
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